A Lusitânia que convido a visitar é uma viagem no tempo a uma
região totalmente romana com o fim das guerras civis internas, a partir do ano
27 a.C., com Augusto o “criador” da Pax
Romana, o Império Romano viverá um longo período de paz de cerca de dois
séculos. A pacificação total da Hispania,
designação dada pelos romanos à Península Ibérica, a vida quotidiana das
populações pôde-se desenrolar com tranquilidade é neste período de maior
estabilidade que alguns pormenores da vida que nos antecederam ficaram
preservados para a história, apesar de não existirem grandes espaços
monumentais no nosso território garanto-vos que vestígios não nos faltam encontram-se
é dispersos bem debaixo dos nossos pés. É motivo mais do que suficiente para nos sentirmos
pequenos nesta história? Óptimo, a ideia era essa, embarquemos nesta viagem
pelos trilhos dos romanos pela Beira Baixa no distrito de Castelo Branco.
O distrito de Castelo Branco com a sua diversidade cultural e paisagística do seu território proporciona cenários de pura beleza, a sua dimensão e configuração, aliadas às condições de mobilidade proporcionam momentos de lazer onde a rota traçada é sempre diferente e mais surpreendente que a anterior, por aqui passaram inúmeras personalidades da nossa história aquando da ocupação romana, no século I a.C., Idanha-a-Velha impôs-se como uma importante cidade e ponto de partida para uma centralidade rica em património histórico-cultural. Hoje poderá fazer esta viagem por um território que engloba o Geoparque Naturtejo, sob os auspícios da UNESCO, o Parque Natural do Tejo Internacional. Natural do Tejo Internacional.
Castelo Branco foi a capital eleita pelos Templários, há 800 anos, mas anteriormente na ocupação romana era um vicus, um povoado de pequena dimensão confinado ao lugar da Cardosa, no triângulo formado pelo Monte S. Martinho, Santuário Nossa Senhora de Mércoles e Capela de Santa Ana, e localizado numa região rica em minério das minas do Pó e Tinta, o minério extraído seria depois transportado ao rio Tejo. Pelos inúmeros vestígios recolhidos cujo espólio se encontra exposto no Museu Francisco Tavares Proença seria uma área fortemente romanizada.
Atravessavam-na duas vias importantes: de Aritio Vetus a Salmantica (Salamanca) fazendo a ligação à Via da Prata, e a ligação entre a cidade Igaedis (Idanha-a-Velha) e Ammaia.
Museu Francisco Tavares Proença Júnior
O Museu na área destinada à época romana tem um vasto espólio recuperado de todo o distrito, dos trabalhos arqueológicos na villa romana da Qtª da Fórnea e de Centum Celas, diversos pesos de tear e dolium (talhas), originalmente, semienterrados para manterem frescos os líquidos que continham, fragmentos de cerâmica comum, cerâmica cinzenta fina polida, cerâmica pintada, fíbulas, alfinetes, fragmentos de ossos incinerados, objectos de ferro, duas mós, dois marcos miliários, várias moedas com destaque para um sestércio do imperador Adriano.
em breve (imagens)
Malpica do Tejo
Ponte Romana?-Medieval do Pônsul
Via romana: Alvega a Salamanca, de Castelo Branco via a Malpica do Tejo e Monforte
Acesso: Malpica do Tejo (EN18-8) a ponte é visível do viaduto
Coordenadas: 39º 45´59.2´´N 7º 26´52.2´´W
Rota I
Castelo Branco - Vila Velha de Ródão - Perais
Vila Velha de Ródão
Ponte do Cobre
Via romana: Alvega a Salamanca, ligação a Vila Velha de Ródão e Perais para travessia do rio Tejo na Lomba da Barca
Acesso: Vila Velha de Ródão (EN18), desviar à esquerda junto a complexo fabril por estrada municipal passa-se fábrica de cerâmica (desativada) seguindo a lugar do Sítio sem indicação do local, por isso, é necessário alguma atenção
Coordenadas: 39º 41´02.6´´N 7º 39´36.7´´W
Perais
Calçada das Telhadas
Via romana: Alvega a Salamanca
Acesso: S. Pedro do Esteval/Envendos
(EN351)
está sinalizada à saída de S. Pedro do Esteval
Coordenadas: 39º 37´26.9´´N 7º 51´05.3´´W
Classificação: Imóvel de Interesse Público
Sertã, segundo a tradição, é atribuída as fundações do castelo a Quinto Sertório, no entanto, as intervenções aqui realizadas revelam ser da época islâmica. Sertório, mal sucedido como pretor da Hispânia Citerior e Ulterior, cargo que assumiu em 83 a.C., é expulso e refugia-se no norte de África, mais tarde, regressa à Península Ibérica, em 80 a.C., com o assassinato de Viriato inicia uma campanha para recuperação das suas províncias após os Lusitanos lhe terem prometido o seu apoio e o terem convidado a ser seu líder.
Obteve várias
vitórias contra os exércitos romanos enviados contra si, comandados por
generais romanos com alguma reputação, como, Pompeu e Cecílio Metelo Pio, dominando grande parte da Península Ibérica,
este sucesso fez com que a Península Ibérica se torne um refúgio a vários
romanos fugidos de Roma em virtude a atividades políticas lá vividas. Um destes
reforços terá vindo por Marco Perpena,
em 77 a.C., após derrota em Itália da revolta conduzida por Lépido, entretanto, a pressão exercida
pelos generais romanos que adotaram novas estratégias de lutas resultaram em
várias derrotas para Sertório perdendo
território e apoio por parte das tribos indígenas e na sequência de uma revolta,
mandou executar diversas crianças dos chefes tribais que ele tinha enviado para
escola em Osca vendendo as
sobreviventes como escravas. Sertório foi assassinado
num banquete proporcionado por Perpena
e por outros dos seus oficiais, com a sua morte a resistência lusitana colapsou
contra o poder de Roma.
Ponte Romana?-Filipina da Carvalha
O distrito de Castelo Branco com a sua diversidade cultural e paisagística do seu território proporciona cenários de pura beleza, a sua dimensão e configuração, aliadas às condições de mobilidade proporcionam momentos de lazer onde a rota traçada é sempre diferente e mais surpreendente que a anterior, por aqui passaram inúmeras personalidades da nossa história aquando da ocupação romana, no século I a.C., Idanha-a-Velha impôs-se como uma importante cidade e ponto de partida para uma centralidade rica em património histórico-cultural. Hoje poderá fazer esta viagem por um território que engloba o Geoparque Naturtejo, sob os auspícios da UNESCO, o Parque Natural do Tejo Internacional. Natural do Tejo Internacional.
Castelo Branco foi a capital eleita pelos Templários, há 800 anos, mas anteriormente na ocupação romana era um vicus, um povoado de pequena dimensão confinado ao lugar da Cardosa, no triângulo formado pelo Monte S. Martinho, Santuário Nossa Senhora de Mércoles e Capela de Santa Ana, e localizado numa região rica em minério das minas do Pó e Tinta, o minério extraído seria depois transportado ao rio Tejo. Pelos inúmeros vestígios recolhidos cujo espólio se encontra exposto no Museu Francisco Tavares Proença seria uma área fortemente romanizada.
Atravessavam-na duas vias importantes: de Aritio Vetus a Salmantica (Salamanca) fazendo a ligação à Via da Prata, e a ligação entre a cidade Igaedis (Idanha-a-Velha) e Ammaia.
Museu Francisco Tavares Proença Júnior
O Museu na área destinada à época romana tem um vasto espólio recuperado de todo o distrito, dos trabalhos arqueológicos na villa romana da Qtª da Fórnea e de Centum Celas, diversos pesos de tear e dolium (talhas), originalmente, semienterrados para manterem frescos os líquidos que continham, fragmentos de cerâmica comum, cerâmica cinzenta fina polida, cerâmica pintada, fíbulas, alfinetes, fragmentos de ossos incinerados, objectos de ferro, duas mós, dois marcos miliários, várias moedas com destaque para um sestércio do imperador Adriano.
em breve (imagens)
Malpica do Tejo
Ponte Romana?-Medieval do Pônsul
Via romana: Alvega a Salamanca, de Castelo Branco via a Malpica do Tejo e Monforte
Acesso: Malpica do Tejo (EN18-8) a ponte é visível do viaduto
Coordenadas: 39º 45´59.2´´N 7º 26´52.2´´W
Rota I
Castelo Branco - Vila Velha de Ródão - Perais
Vila Velha de Ródão
Ponte do Cobre
Via romana: Alvega a Salamanca, ligação a Vila Velha de Ródão e Perais para travessia do rio Tejo na Lomba da Barca
Acesso: Vila Velha de Ródão (EN18), desviar à esquerda junto a complexo fabril por estrada municipal passa-se fábrica de cerâmica (desativada) seguindo a lugar do Sítio sem indicação do local, por isso, é necessário alguma atenção
Coordenadas: 39º 41´02.6´´N 7º 39´36.7´´W
Perais
Calçada das Telhadas
Via
romana: Idanha-a-Velha a Évora e Ammaia
Acesso:
em Perais (EN355) seguir Rua da Estalagem
Coordenadas: 39º 39´40.8´´N 7º 34´48.2´´W
Ficha Técnica
Acesso
Rua da Estalagem ao rio Tejo
Época recomendada
PRIMAVERA,VERÃO E OUTONO
Distância percorrida
6,0 Kms
Duração estimada do percurso
1h 20 minutos
Coordenadas: 39º 39´40.8´´N 7º 34´48.2´´W
Ficha Técnica
Acesso
Rua da Estalagem ao rio Tejo
Época recomendada
PRIMAVERA,VERÃO E OUTONO
Distância percorrida
6,0 Kms
Duração estimada do percurso
1h 20 minutos
Barragem/Represa Romana da Lameira
Época
recomendada
TODO
O ANO
Distância
percorrida
39,7
kms
Duração
recomendada
1
dia
Rota II
Rota II
Castelo Branco – S. Pedro do Esteval - Sertã – Chão da Telha
- Pedrógão Grande
S. Pedro do Esteval (Proença-a-Nova)
Ponte Romana-Medieval da Ladeira de Envendos
Construção: séc.
I a.C./séc. I d.C.Via romana: Alvega a Salamanca
Coordenadas: 39º 37´26.9´´N 7º 51´05.3´´W
Classificação: Imóvel de Interesse Público
Sertã, segundo a tradição, é atribuída as fundações do castelo a Quinto Sertório, no entanto, as intervenções aqui realizadas revelam ser da época islâmica. Sertório, mal sucedido como pretor da Hispânia Citerior e Ulterior, cargo que assumiu em 83 a.C., é expulso e refugia-se no norte de África, mais tarde, regressa à Península Ibérica, em 80 a.C., com o assassinato de Viriato inicia uma campanha para recuperação das suas províncias após os Lusitanos lhe terem prometido o seu apoio e o terem convidado a ser seu líder.
Torre de Sertório |
Ponte Romana?-Filipina da Carvalha
Estado de conservação actual: pedonal - requalificada recentemente
Via
romana: Bobadela a Alvega por Pedrógão Grande
com a ligação à via Tomar a Covilhã
Coordenadas: 39º 47´59.4´´N
8 º05´56.3´´W
Classificação: Monumento de Interesse Público
Classificação: Monumento de Interesse Público
Cumeada/Chão da Telha (Sertã)
Ponte da Cova do Moinho ou Ponte da Tamolha
Estado de conservação actual: rural
Construção:
entre séc. I d.C. e séc.
IV d.C.
Via
romana: Bobadela a Alvega por Pedrógão Grande
com a ligação à via Tomar a Covilhã
Acesso: Sertã (Cumeada)/Vila de Rei (EN2) está sinalizada em Chão da Telha
Coordenadas: 39º 44´34.9´´N 8º 07´41.4´´W
Pedrógão Grande
Acesso: Sertã (Cumeada)/Vila de Rei (EN2) está sinalizada em Chão da Telha
Coordenadas: 39º 44´34.9´´N 8º 07´41.4´´W
Pedrógão Grande
Forno Romano
Na sociedade
romana os artigos de cerâmica estavam presentes em todas as actividades do
quotidiano. Uma grande propriedade rural podia dispor da sua própria olaria
(edifício, fornos e matérias-primas) e contratar oleiros que ali se deslocavam
sazonalmente, seriam artesões livres para executarem as suas tarefas,
desconhece-se se era prática ou excepção sobre os regimes de propriedade e de
trabalho, ou modos de funcionamento das olarias. As olarias assumiam-se como
centros de artesanato intensivo, provavelmente em laboração contínua,
fabricando uma grande variedade de artigos: materiais de construção (tijolos,
telhas planas e de meia-cana), recipientes de armazenagem, loiça de cozinha,
ânforas ou candeias de iluminação (lucernas).
Instalavam-se
na proximidade das fontes de matérias-primas (argila, lenha e água) e centros
de consumo tirando partido das vias de comunicação disponíveis fossem
terrestres, fluviais ou marítimas. Os fornos romanos eram de planta aproximadamente,
circular ou rectangular e, compostos por duas partes sobrepostas separadas por
uma grelha perfurada para facilitar a circulação do ar quente: a câmara de
cozedura e a câmara de combustão.
Na câmara da
cozedura era colocada, as ânforas, a loiça doméstica, as telhas, os tijolos e
outras peças empilhadas cuidadosamente sobre a grelha, depois de fechada,
inicia-se o aquecimento do forno, queimando lenha na câmara de combustão,
atingindo temperaturas de 800 a 900º C. O arrefecimento do forno podia demorar
dias, a entrada de ar contribuía para determinar a coloração das peças: acinzentadas
quando rareava; beije ou alaranjadas quando circulava em maior quantidade.
Ficha
Técnica
Local
Pedrógrão Grande
Acesso
Traseiras da Serração no Cabeço da Cotovia a caminho do Miradouro, sem sinalização, com muita vegetação envolvente
Duração da visita
10 minutos
Pedrógrão Grande
Acesso
Traseiras da Serração no Cabeço da Cotovia a caminho do Miradouro, sem sinalização, com muita vegetação envolvente
Duração da visita
10 minutos
Ponte Romana-Filipina
Estado de conservação actual: aberta à circulação
Via
romana: Bobadela a Alvega por Pedrógão Grande ligação à via Tomar a Covilhã
a Oleiros por Vila de Rei
Acesso: Pedrógão Grande, junto à Capela da Senhora dos Milagres, pela Rua da Via Romana à ponte filipina sobre o rio Zêzere e sobe a Pedrógão Pequeno
Acesso: Pedrógão Grande, junto à Capela da Senhora dos Milagres, pela Rua da Via Romana à ponte filipina sobre o rio Zêzere e sobe a Pedrógão Pequeno
Coordenadas:
39º 54´19.0´´N 8º 08´20.6´´W
Ficha Técnica
Ficha Técnica
Época
recomendada
TODO O ANO
Distância percorrida
114,5 kms
Duração recomendada
1 dia
Rota III
Castelo Branco – Soalheira – Atalaia do Campo – Castelo Novo
Soalheira (Fundão)
TODO O ANO
Distância percorrida
114,5 kms
Duração recomendada
1 dia
Rota III
Castelo Branco – Soalheira – Atalaia do Campo – Castelo Novo
Soalheira (Fundão)
Calçada Romana e Fonte do Goducho
Via
romana: Alvega a Salamanca, de
Castelo
Branco via ao
Fundão
Acesso:
Soalheira (EN18) pela Fonte do Goducho e Rua Caminho Romano à Igreja Matriz e caminho
lado esquerdo
Atalaia do Campo (Fundão)
Atalaia do Campo (Fundão)
Ponte Velha
Via
romana: Alvega a Salamanca, de Castelo Branco ao
Sabugal e Salamanca
Acesso:
Atalaia do Campo, seguir a placa
indicativa de Campo de Jogos
Coordenadas: 40º 03´02.7´´N 7º 26´31.9´´W
Coordenadas: 40º 03´02.7´´N 7º 26´31.9´´W
ALDEIA HISTÓRICA DE CASTELO NOVO
Calçada Romana
Via
romana: Alvega a Salamanca, de
Castelo
Branco via ao Fundão
Acesso: Castelo Novo, saída nó 27 (A23)
Acesso: Castelo Novo, saída nó 27 (A23)
Coordenadas:
40º 04´39.4´´N 7º 29´32.7´´W
Ficha Técnica
Ficha Técnica
Época
recomendada
TODO
O ANO
Distância
percorrida
42,9 kms
Duração
recomendada
1
dia
Rota IV
Rota IV
Castelo Branco – Idanha-a-Velha - Medelim - Proença-a-Velha
ALDEIA HISTÓRICA
DE IDANHA-A-VELHA
Por Idanha-a-Velha,
a antiga Egitânia romana, passaram vários povos ao longo dos tempos sem qualquer
existência duma povoação, haveria talvez decerto uma ocupação dispersa na região
antes da ocupação romana quer isto dizer que outros povos aqui passaram mas sem
que seja certo que tenham estabelecido um local para viver de forma duradoura.
Não
existe data precisa quando se instalaram os romanos ou o ano da fundação da cidade,
perante a ausência de certezas concretas vão surgindo hipóteses aí surge um cenário
dos primórdios da futura cidade romana no lugar do acampamento militar de Júlio César e das suas legiões quando estas
se dirigiram aos Mons Herminus,
designação atribuída à Serra da Estrela e último reduto dos Lusitanos, em
meados do séc. I a.C., como afirma o historiador Díon Cássio, ainda que tal cenário
seja possível até ao momento ainda não está confirmada, apesar das intervenções
arqueológicas realizadas no local.
Idanha-a-Velha
foi a capital da “civitas Igaeditanorum”,
que parece ter sido fundada por Augusto, mais tarde, “municipium” durante a dinastia dos
Flávios, anos 69-96 d.C.. Aqui passava a
grande via imperial do ocidente ibérico de Bracara Augusta (ou Braga) e Legio
(Leão), grande base militar da Hispânia, a Emerita Augusta (actual Mérida) e capital da
província da Lusitânia.
Motivos
mais que suficientes para nos demorarmos um pouco mais na visita a esta antiga
cidade romana e classificada como Monumento Nacional, pasme-se somente em 1997.
A
entrada faz-se passando as duas torres no Arco
da Porta Norte pisando as enormes e pesadas lajes graníticas do pavimento da via que terão sido percorridas por
milhares de cavalos e pessoas, ao mesmo tempo, não deixa de ser marcante o
estado de conservação das paredes, independentemente da questão ser ou não
atribuível à época romana.
A muralha romana, em forma oval, reconstruída e restaurada em muitos locais,
é a primeira construção que se observa, na verdade, desconhece-se quando a
fortificação foi construída tudo indica que tenha sido em época tardo-romana,
uma datação medieval, pelos múltiplos elementos arquitectónicos que se encontram
reaproveitados na construção, como, cornijas, frisos, silhares de época romana.
Curiosamente, a destruição da muralha ocorreu no início do século passado
quando a pedra foi reutilizada para outras edificações, nomeadamente, na
regularização das margens do rio Pônsul ou levada para outros locais, como
aconteceu para a aldeia de Alcafozes, não será pois de estranhar que alguns
testemunhos epigráficos tenham tido destino semelhante.
Destaca-se a existência de uma monumental basílica paleocristã de três naves convertida mais tarde em basílica visigótica, provavelmente do séc. IV, quando Idanha-a-Velha foi sede de bispado.
Modestinus, pouco se conhece acerca desta personagem, se casou, se teve filhos e quantos, mas sabe-se que teria o mesmo nome de seu pai por uma inscrição romana que pode ser vista, junto à fachada lateral da Basílica. O tal pai da Severa Modesta, no entanto, houve uma Severa em Idanha talvez até mais do que uma, dela nada se sabe a não ser que morreu mais cedo que a mãe pois foi a sua mãe que mandou gravar numa grande pedra a inscrição da qual apenas se conserva o nome SEVERA.
No
ponto mais alto uma imponente torre de menagem, edificada pelos Templários,
assente numa estrutura anterior reconhecível pelo recorte das suas pedras e
moldura que a finaliza na parte inferior da edificação, ou seja, o podium do templo
romano que lhe pertenceria, embora não
sejam conhecidos todos os restos que poderiam fazer parte do centro político,
administrativo e religioso – o Fórum - da cidade.
Na Porta Sul, as ruínas de uma domus, do séc. I d.C./séc. III d.C., tendo sido sacrificada para a construção da muralha defensiva aquando da crise interna do império. Se continuarmos em direcção ao rio Pônsul passando a Porta Sul, à esquerda, por um caminho estreito, a cerca de 200 metros, em terreno agrícola privado, sobressaem estruturas, provavelmente, do complexo balnear a sul do fórum nas margens do rio Pônsul.
Quando entramos em Idanha-a-Velha em terreno privado do lado esquerdo deparamos com umas sepulturas, seria a Necrópole da antiga cidade podendo ainda observar oito sepulturas dispersas.
Ara consagrada à deusa Vitória por Maurião
VICTORIAE
MAVRIO MARCI
F (ilius)
. V (otum) . L (ibens) . S (olvit)
Tradução
A Vitória Maurião, filho de Marco, cumpriu a sua promessa de
livre vontade.
Bloco
arquitectónico de pedestal para estátua dedicada ao filho do imperador Augusto
Inscrição
C (aio). CAESARI. AVGVSTI. F (ilio)
PONTIF (ici) CO (n) S (uli) IMP (eratori)
PRINCIPI. IVVENTVTIS
CIVITAS. IGAEDIT (anorum)
Tradução
A Gaio César, filho de Augusto, pontífice, cônsul, imperador, príncipe da juventude – a cidade dos Igeditanos
A Gaio César, filho de Augusto, pontífice, cônsul, imperador, príncipe da juventude – a cidade dos Igeditanos
Miliário a Augusto
“ Imp (erator?) / Aug [ustus?]”
Abertura
e horário de funcionamento
Manhã:
Tarde:Encerra:
Duração da visita
20 minutos
Ponte Romana-Medieval
Construção: entre o séc. I a.C. e séc. I d.C.
Via romana: Braga a Mérida, na variante Centum Cellae (Catraia da Torre) – Idanha-a-Velha – Mérida
Acesso: Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha
Via romana: Braga a Mérida, na variante Centum Cellae (Catraia da Torre) – Idanha-a-Velha – Mérida
Acesso: Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha
Coordenadas: 39º
59´43.8´´N 7º 08´31.9´´W
Classificação: Imóvel de Interesse Público
Classificação: Imóvel de Interesse Público
Medelim (Idanha-a-Nova)
Calçada
Romana (pequeno troço)
Via
romana: Braga a Mérida, na variante Centum Cellae (Catraia da Torre) –
Idanha-a-Velha – Mérida
Acesso: Medelim (EN239) - Largo da Igreja perto do cemitério
Acesso: Medelim (EN239) - Largo da Igreja perto do cemitério
Coordenadas:
40º 03´01.0´´N 7º 11´06.2´´W
Proença-a-Velha (Idanha-a-Nova)
Ponte
Antiga e Fonte da Goma
Via romana: Alvega a Salamanca, de
Castelo Branco via a Idanha-a-Velha por Ladoeiro
Acesso: Proença-a-Velha
(EN239)
Coordenadas: 40º 01´43.4´´N 7º 13´58.2´´W
Ficha Técnica
Ficha Técnica
Época recomendada
TODO O ANO
Distância percorrida
64,0 kms
Duração recomendada
1 dia
Rota V
Castelo Branco –
Ladoeiro – Alcafozes - Segura
Ladoeiro
Ladoeiro
Ponte Romana da
Munheca/Monheca
Estrutura
da antiga ponte romana (visível na base de um dos pilares da atual ponte)
Via
romana: Alvega a Salamanca, de
Castelo Branco via a Idanha-a-Velha por Ladoeiro
Acesso:
Castelo Branco/Ladoeiro (EN240)
Coordenadas: 39º 51´30.6´´N 7º 20´00.6´´W
Alcafozes (Idanha-a-Nova)
Miliário
Segura (Idanha-a-Nova)
Ponte Romana de Segura
Via romana: Braga a Mérida, na variante Centum Cellae (Catraia da Torre) – Idanha-a-Velha – Mérida e Alvega a Salamanca, de Castelo Branco a Idanha-a-Velha à ponte de Alcântara por Segura
Acesso: Segura (EN355)
Coordenadas: 39º 49´02.8´´N 6º 58´54.9´´W
Miliário Anepígrafo
Ficha Técnica
Época recomendada
TODO O ANO
Distância percorrida
78,9 kms
Duração recomendada
1 dia
Rota VI
Castelo Branco – Alpedrinha – Fundão – Ferro - Valverde
Alpedrinha/Alcongosta
Calçada Romana
Alcafozes (Idanha-a-Nova)
Miliário
Segura (Idanha-a-Nova)
Ponte Romana de Segura
Via romana: Braga a Mérida, na variante Centum Cellae (Catraia da Torre) – Idanha-a-Velha – Mérida e Alvega a Salamanca, de Castelo Branco a Idanha-a-Velha à ponte de Alcântara por Segura
Acesso: Segura (EN355)
Coordenadas: 39º 49´02.8´´N 6º 58´54.9´´W
Miliário Anepígrafo
Ficha Técnica
Época recomendada
TODO O ANO
Distância percorrida
78,9 kms
Duração recomendada
1 dia
Rota VI
Castelo Branco – Alpedrinha – Fundão – Ferro - Valverde
Alpedrinha/Alcongosta
Calçada Romana
Via
romana: Alvega a Salamanca, de Castelo Branco via ao Fundão
Acesso: Alpedrinha (EN18), inicia-se no Largo D. João V, junto ao Palácio do
Picadeiro e Capela de S. Sebastião, ligando Alpedrinha a Alcongosta pela
serra da Gardunha
Coordenadas: 40º
06´03.4”N 7º 28´09.2”W
Ficha Técnica
Acesso
Início no Largo D. João V, junto ao Palácio do Picadeiro e Capela de S. Sebastião, ligando Alpedrinha a Alcongosta pela Serra da Gardunha
Época recomendada
PRIMAVERA,VERÃO E OUTONO
Distância percorrida
3,0 kms
Duração estimado do percurso
1 hora
Fundão
Museu Arqueológico Municipal José Monteiro
Ficha Técnica
Acesso
Início no Largo D. João V, junto ao Palácio do Picadeiro e Capela de S. Sebastião, ligando Alpedrinha a Alcongosta pela Serra da Gardunha
Época recomendada
PRIMAVERA,VERÃO E OUTONO
Distância percorrida
3,0 kms
Duração estimado do percurso
1 hora
Fundão
Museu Arqueológico Municipal José Monteiro
Miliário a Maximiano
Lápide de Avita
Inscrição
AVITAE CELSI F (iliae) MATRI ET/SABINAE SABINI (iliae)
AVEAE
CLAVDIA MARCEA F (aciendum) C (uravit).
Tradução
À mãe, Avita, filha de Celso e à avó Sabina, filha
de Sabino, Cláudia Márcia tratou de fazer (este monumento).
Ara votiva a AETIUS
Inscrição
AE/TIO / CISIA / L (ibens) A (nimo) S (olvit)
Tradução
A Écio, Císia cumpriu de bom grado (a sua promessa)
Ara votiva a Bande Vorteaico
Inscrição
REBVRRVS / TANGINI (filius) / BANDI VO/RTEAECEO V (otum)
S (olvit)
Tradução
Reburro, filho de Tangino, cumpriu o seu voto a Bande Vorteaico
Reburro, filho de Tangino, cumpriu o seu voto a Bande Vorteaico
Abertura e
horário de funcionamento
Manhã: 09,00h –
12,30h (Terça-feira a Sexta-feira)
Tarde: 14,00h –
17,30h (Terça-feira a Sexta-feira)
Tarde: 14,00h –
17,30h (Sábado e Domingo)
Encerra: Segunda-feira
e Feriados Nacionais e Municipais
Duração estimada
da visita
1 hora
Valverde (Fundão)
Ponte Romana?-Medieval de Pêroviseu
Estado de conservação actual:
aberta à circulação rodoviária
Via romana: Alvega a Salamanca, do Fundão à Covilhã por Pêro Viseu
Acesso: estrada regional Valverde (a 8 km)/ Pêroviseu
Acesso: estrada regional Valverde (a 8 km)/ Pêroviseu
Coordenadas: 40º
11´15.0”N 7º 26´39.5”W
Ferro (Covilhã)
Inscrição Romana
Local: Junta de
Freguesia (9,00h/12,00h – 14,00h/18,00h)
em breve (imagem)
Peso de Lagar Romano
Ficha Técnica
Época
recomendada
TODO O ANO
Distância
percorrida
73,7 kms
Duração
recomendada
1 dia
Rota VII
Castelo Branco – Capinha - Paúl - Souto da Casa
Capinha (Fundão)
Capinha (Fundão)
Ponte Romana?-Medieval
Via romana: Braga a Mérida, na variante Centum Cellae (Catraia da Torre) –
Idanha-a-Velha – Mérida e Alvega a
Salamanca, de Castelo Branco a Sabugal e Salamanca
Acesso: Capinha (EN346)
Coordenadas: 40º
11´23.7”N 7º 21´43.1”W
Paúl (Fundão)
Ponte Romana? do Paúl
Via romana: Tomar a Idanha-a-Velha em Oleiros
– Covilhã – Belmonte
Acesso: Paúl (EN341-1) ao Fundão
Coordenadas: 40º 12´12.2”N 7º 38´20.8”W
Souto da Casa
Coordenadas: 40º 12´12.2”N 7º 38´20.8”W
Souto da Casa
Epitáfio Romano
Trata-se de uma
inscrição romana da 1ª metade do séc. I d.C., que se encontrava num jazigo
familiar, hoje desaparecido. Na lápide estava escrita uma mensagem contando uma
história familiar, tão antiga como trágica de Lúcio Júlio Timélico, pois ali, estariam sepultadas sua filha Júlia Modesta de 18 anos e a sua mãe Lívia Ninfa de 40 anos, sendo que ele
próprio também esperaria ser sepultado um dia.
Pela análise de
estudiosos dos nomes tratar-se-ia de um casal de “libertos”,
ex-escravos que alcançaram a liberdade dos seus donos.
Local: exterior
da Igreja Matriz S. Pedro junto à porta da sacristia e outra interior
Ficha Técnica
Época
recomendada
TODO O ANO
Distância
percorrida
113,1 kms
Duração
recomendada
1 dia
Rota VIII
Castelo Branco – Belmonte - Bendada - Vale Formoso
ALDEIA HISTÓRICA DE BELMONTE
Belmonte e a primitiva ocupação humana é incerta mas tudo indica que a passagem da importante via imperial Braga a Mérida em muito contribuiu para que toda esta região se viesse a florescer devido ao escoamento dos seus produtos e matérias-primas para regiões desenvolvidas e prósperas do litoral, esta já estaria referenciada em documentos medievais do século XII pela existência dum caminho “Via da Covilhã” com ligações a Tomar (Seilium) e a Condeixa-a-Velha (Conimbriga) à Serra da Estrela, conhecido por “Estrada da Lã”.
Miliários
Miliário ao imperador Probo (276-282 d.C.)
Local:
habitação em frente à escadaria da Igreja de Santiago
I - Estação Arqueológica de Centum Celas ou “Torre de S. Cornélio”
Muitas hipóteses têm sido propostas para a funcionalidade desta
Torre, mais recentemente desde villa,
a mansio ou estalagem devido à sua proximidade da passagem da via militar, a atalaia ou prisão, a acampamento militar,
a um vicus até à ideia de ter sido um
Santuário, de facto estamos perante uma Torre para tantas ideias.
A Torre revela-se na parte central e melhor conservada daquela que
terá constituído a villa de Lucius Caecilius, um abastado cidadão negociante de estanho, que
mandou edificar a sua casa, onde Lúcio
Cecílio viveria com a sua família, onde teria os seus escravos, onde tomava
os seus banhos em termas aí existentes mas, na verdade, não sabemos se esta
era, de facto, a sua casa, mas quem seria este Lúcio Cecílio cujo nome estava gravado numa pedra, datada do século I d.C., no sítio de Centum Celas. É colocada a hipótese do
nosso Lúcio Cecílio integrar um ramo
da família Caecilia, uma das mais
antigas e nobres de Roma, descendente de Quinto
Cecílio Metelo Pio que combateu Sertório
na sequência das guerras que opôs a Pompeu
Q. Cecílio Metelo Pio (79-72 a.C.), terem
fixado residência em Centum Celas.
Desconhece-se a origem do topónimo, embora a tradição atribua esta
designação a “cem celas” da prisão aqui teria existido, nos finais dos séculos III d.C./IV d.C., houve um
incêndio que a destruiu parcialmente e, mais tarde, era alvo de reconstrução. Segundo
a tradição, esteve encarcerado neste edifício/prisão Cornélio, morreu no ano de 253 d.C.,
dando a designação Torre de S. Cornélio.
Ficha Técnica
Coordenadas: 40º 22´40.5”N 7º 20´31.5”W
Coordenadas: 40º 22´40.5”N 7º 20´31.5”W
Local
Colmeal da Torre
Acesso
Aberta ao público e entrada gratuita
Distância percorrida
5,7 Kms
Duração estimada da visita
20 minutos
Classificação
MONUMENTO NACIONAL
II - Villa Romana da Quinta
da Fórnea
A villa romana da Quinta da Fórnea
localiza-se no sopé de uma pequena montanha, numa zona plana, na parte oriental
da Serra da Boa Esperança, abre-se para um vale que na época romana deveria
fornecer a riqueza necessária aos proprietários desta grande propriedade.
Podemos
comparar uma villa romana a uma
quinta agrícola dos nossos dias, uma grande quinta, onde existia uma casa
também ela grande e com várias comodidades, mas que inclui igualmente a
propriedade que lhe fornece a riqueza, de onde provêm os recursos agrícolas que
tornam a quinta rentável do ponto de vista económico.
Também na época romana
esta diferenciação era notória e importante, sendo que todas as villae possuíam uma pars urbana, isto é, a zona destinada ao dono e à sua família, com
uma habitação que poderia ser muito rica e ornamentada como, em outros casos,
poderia ser mais modesta. Estas grandes villae
tinham também uma pars fructuaria ou pars frumentaria, ou seja, o celeiro, os
lagares de vinho e azeite, o estábulo e o cercado, os armazéns de produtos agrícolas
e as unidades transformadoras dos produtos da terra e animal.
A ocupação
da villa agrícola é, dos finais séc. II d.C. e início séc. III d.C., posteriormente, abandonada no decurso do séc. IV d.C. A entrada da villa era pelo lado nascente passando uma zona lajeada com grandes
blocos (originais) notando-se as concavidades dos rodados dos carros que
transportavam os produtos que iam e vinham, comprovando assim o dinamismo do
local.
entrada da villa - lajes de pedra originais |
casa do guarda - corredor - triclinium |
Transposta
a entrada, esta abre-se para grande um grande pátio central com um pequeno jardim
central, e caminhando ao longo de um extenso corredor estamos área específica
da residência do proprietário, a pars
urbana, identificados estão; a casa do guarda, o triclinium (sala de jantar), dois quartos (cubiculas), a cozinha e lareira. Ao fundo desse corredor daria para
um pátio rectangular de acesso à pars rústica, e para um jardim central que servia os balneários da villa.
pars urbana - triclinium (sala de jantar) |
pars urbana - cozinha e lareira |
No pátio rectangular de acesso à pars rústica, área destinada aos
alojamentos dos criados, estão identificados; sete quartos, a casa do forno, a
casa da lenha ou de armazém da lenha, e o telheiro são perceptíveis no terreno onde
assentavam os suportes que o sustentavam.
pars rústica - alojamentos dos criados |
Muito
próximo aos balneários, os restos do reservatório de água e a pars frumentaria desta exploração
agrária, aqui que se localizam os lagares de vinho, inserido num edifício
próprio, o celeiro, o estábulo e cercado, e estruturas ainda não definidas,
provavelmente, seriam as unidades transformadoras, de armazém e tecelagem, junto
à tecelagem é possível observar um espaço rectangular que seria o vão de escada
que daria acesso ao piso superior da casa.
reservatório de água |
E não
muito distante em frente do outro lado da estrada, encontram-se dois mausoléus que terão servido para
morada eterna de duas ilustres personagens, colocando-se a hipótese de terem
sido mandados fazer pelo dono da villa
para serem morada, a si e à sua mulher, numa outra vida.
Ficha
Técnica
Coordenadas: 40º 19´54.0”N 7º 21´09.9”W
Coordenadas: 40º 19´54.0”N 7º 21´09.9”W
Local
Entre Belmonte/Caria (EN 345) está sinalizada na estrada
Acesso
Entre Belmonte/Caria (EN 345) está sinalizada na estrada
Acesso
Aberta
ao público e entrada gratuita
Distância
percorrida
2,5
Kms
Duração
estimada da visita
40 minutos
Classificação
IMÓVEL DE INTERESSE PÚBLICO
Bendada (Belmonte)
Pontão
Romano do Bacelinho sobre a ribª de Moinhos
Acesso: Inguias
seguir a Bendada, na povoação seguir
direcção a Qtª da Ribeira, no alto da subida, cruzamento por caminho de terra
batida à esquerda
Via romana: Rede viária da Serra da Estrela, via Seia – Loriga – Covilhã – Belmonte
Acesso: Vale Formoso
(EN232)
- do cemitério, partindo junto a poste transformação
EDP à estrada nacional
Coordenadas: 40º 22´37.5”N 7º 22´21.9”W
Ficha Técnica
Coordenadas: 40º 22´37.5”N 7º 22´21.9”W
Ficha Técnica
Época recomendada
TODO O ANO
Distância percorrida
104,2 kms
Duração recomendada
1 dia
Rota IX
Castelo Branco – Orjais – Covilhã – Cortes de Baixo - Casegas
TODO O ANO
Distância percorrida
104,2 kms
Duração recomendada
1 dia
Rota IX
Castelo Branco – Orjais – Covilhã – Cortes de Baixo - Casegas
Covilhã
Calçada Romana (pequeno troço)
Característica: só visível junto à
berma da rua (alcatroada)
Via romana: Rede
Viária da Serra da Estrela, via Seia – Loriga –
Covilhã – Belmonte
Acesso: Covilhã (cidade), perto da estação da CP, pela rua da Corredoura
Orjais
Acesso: Covilhã (cidade), perto da estação da CP, pela rua da Corredoura
Orjais
Templo Romano da Nossa Senhora
das Cabeças
Na encosta da Serra da Estrela e sobranceiro à
povoação de Orjais, localiza-se um magnífico Templo Romano conservando ainda parte do podium, em frente à Capela da Nossa Senhora das Cabeças.
Não é muito visível devido à intensa vegetação rasteira que o encobre, construído no séc. I a.C., foi provavelmente um santuário regional ou templo que fazia parte de uma antiga cidade romana civitas dos Oppidani. Para todos os efeitos, trata-se de um Templo idêntico ao da cidade de Évora, enquanto, o de Orjais está na encosta duma serra voltada a Leste.
Não é muito visível devido à intensa vegetação rasteira que o encobre, construído no séc. I a.C., foi provavelmente um santuário regional ou templo que fazia parte de uma antiga cidade romana civitas dos Oppidani. Para todos os efeitos, trata-se de um Templo idêntico ao da cidade de Évora, enquanto, o de Orjais está na encosta duma serra voltada a Leste.
Trata-se de um edifício de planta rectangular,
toda a estrutura é constituída por silhares de grande aparelho, de faces
perfeitamente regularizadas, apresentando almofadas ao longo da fachada
principal do edifício.
As duas inscrições encontradas em Orjais poderão estar
relacionadas com o culto praticado neste templo, crê-se que o templo terá sido
dedicado a uma divindade indígena ou a Jupiter.
Coordenadas: 40º 20´25.2”N / 7º 25´02.1” W
Cortes de Baixo (Covilhã)
Ponte Antiga do Ourondinho sobre a ribª de Cortes
Estado de conservação actual: aberta à circulação rodoviária
Via romana: Rede Viária da Serra da Estrela, via Seia – Loriga – Covilhã – Belmonte
Acesso: Tortosendo (EN230) a Unhais da Serra
Coordenadas: 40º 14´26.5”N 7º 35´27.7”W
Casegas (Covilhã)
Ponte Romana?
Via romana: Rede Viária da Serra da Estrela, via Seia – Loriga – Covilhã – Belmonte
Acesso: Tortosendo (EN230) a Unhais da Serra
Coordenadas: 40º 14´26.5”N 7º 35´27.7”W
Casegas (Covilhã)
Ponte Romana?
Estado de conservação actual: aberta à circulação rodoviária
Via
romana: Tomar a Belmonte
por Vila de Rei
Acesso: Fundão/Silvares (EN238) a Ourondo/Casegas
Acesso: Fundão/Silvares (EN238) a Ourondo/Casegas
Coordenadas:
40º 10´32.8”N 7º 41´49.2”W
Ficha Técnica
Ficha Técnica
Época recomendada
TODO O ANO
Distância percorrida
111,0 kms
Duração recomendada
1 dia
TODO O ANO
Distância percorrida
111,0 kms
Duração recomendada
1 dia
Rota X
Castelo Branco –
Aldeia de Sta Margarida - Meimoa
Aldeia de Sta
Margarida
Templo
Romano
Local: Ermida da Nossa Senhora da Granja, construção sobre templo romano
Acesso: Castelo Branco/Penamacor (EN 233) está sinalizada na estrada após placa indicativa Aldeia Sta Margarida, por caminho de terra batida (800 metros)
Coordenadas: 40º 03´16.7”N 7º 15´25.6” W
Acesso: Castelo Branco/Penamacor (EN 233) está sinalizada na estrada após placa indicativa Aldeia Sta Margarida, por caminho de terra batida (800 metros)
Coordenadas: 40º 03´16.7”N 7º 15´25.6” W
Meimoa
(Penamacor)
Cipo Romano
Local: Largo
da Igreja, no jardim como Cruzeiro
Inscrição
… / BVTI / PETOBI F / CIPVS / VIVO /
MAELO / CILI F / DONAV / ET PSF
… / Bouti / Petobi . f(ilii) / cipus / vivo / Maelo / Cili . f(ilius) . / donav(it) / et p (ecunia) s (ua) . f (ecit)
Fonte: Portugal Romano
Ponte Romana?-Filipina de Meimoa
Via
romana: Rede
viária da Póvoa de Mileu (Guarda), via Póvoa do
Mileu a Idanha-a-Velha
Acesso:
Meimoa (EN233) ao Sabugal
Coordenadas: 40º13´32.7”N 7º 11´15.9”W
Classificação: Imóvel de Interesse Público
Coordenadas: 40º13´32.7”N 7º 11´15.9”W
Classificação: Imóvel de Interesse Público
Ficha Técnica
Época recomendada
TODO O ANO
Distância percorrida
69,1 kms
Duração recomendada
1 dia