Fatos Historicos Sobre Geometria E Trigonometria
Fatos Historicos Sobre Geometria E Trigonometria
Fatos Historicos Sobre Geometria E Trigonometria
TRIGONOMETRIA:
Geometria Espacial
Acadêmicos¹
Tutor Externo²
RESUMO
A matemática não era o único saber que fora aprimorado ao longo dos anos e adaptado às
necessidades das incontáveis civilizações humanas. As práticas matemáticas foram desenvolvidas
em vários lugares do mundo por diferentes povos, e tudo que se tem são registros dessas
civilizações extintas que de alguma forma contribuíram significativamente o estudo da matemática
que conhecemos hoje, onde os saberes se divergem, que nos últimos tempos necessitava de um
melhoramento imediato. Ou seja, nossos ancestrais faziam a ciência dos números de acordo com
suas descobertas, e nem sempre concordavam com a matemática de outros povos. Dois desses
conhecimentos que se destacam são a geometria e a trigonometria, áreas que estudam as figuras
geométricas dispersas num espaço bidimensional e a outra os triângulos, respectivamente. A
Trigonometria está contida na geometria, pois um triângulo é uma figura geométrica disperso em
um plano bidimensional, contudo, a primeira se dedica exclusivamente ao estudo dos ângulos
internos e externos do triângulo, assim como suas peculiaridades.
1 Cidinei Marques, Evano Leal Melo, Helton Gomes, José Darlin Souza dos Santos, Matheus José Almeida Saraiva,
Nádia Matos dos Anjos
2 Fernando Junior Lima da Silva
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI - Licenciatura em Matemática (MAD 0441/3) – Seminário
Interdisciplinar II - 26/06/2019
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1. INTRODUÇÃO
No mundo em que vivemos a geometria é uma das partes fantásticas que nos cercam, e é
considerada por muitos pesquisadores como uma das áreas clássicas da matemática. Portanto, para
que se entenda de um modo mais fácil o mundo da geometria espacial é preciso que o trabalho
inicie com noções essenciais de sua existência. A partir daí, estas noções serão estabelecidas por
meio de definições que irão auxiliar os conceitos básicos da referida disciplina.
Nos últimos anos a mesma tem chamado atenção de diversos pesquisadores por ser em todo
ambiente da matemática a especialista na aplicação do espaço, principalmente sobre seus fatos
históricos, ou seja, sua origem. Diante deste contexto, o referido trabalho abordará de forma básica
o conceito dos sólidos geométricos que auxiliam nos cálculos como os volumes e superfícies que os
cercam, cujo mesmo é pertencente à geometria espacial.
Para compreender, acima de tudo, a respeito sobre tudo que envolve a geometria espacial, é
necessário conhecer a trajetória de cada descendente da matemática que com muito esforço
colaboraram de alguma forma com o saber matemático, onde o mesmo proporcionando o estudo das
ciências exatas nos dias de hoje.
2. HISTÓRIA DA GEOMETRIA
A geometria vem dos termos gregos “geo” (terra) e “métron” (medir), que surgiu pela
necessidade humana no início das atividades agrícolas de demarcar e dividir as terras férteis, cujo
seu surgimento dentro da área da matemática foi direcionado para o desenvolvimento das relações
espaciais.
A palavra geometria - que significa “medição da terra” – nos dá ideia de qual foi um dos
primeiros usos desta parte da matemática. No Egito antigo, por exemplo, o faraó ordenava
o pagamento de impostos de acordo com as áreas alagadas pelo Nilo em cada ano e pelo
tamanho de cada uma das propriedades (BEZERRA, 2015, p. 13).
A geometria clássica teve como foco nas construções com régua e compasso. Ela foi
relacionada pelo matemático grego Euclides de Alexandria, que viveu por volta de 300 a. C. sendo
considerado o primeiro geômetra, muitas vezes referido como “pai da geometria,” teve sua
contribuição teve grande importância no desenvolvimento geométrico, e por introduzir o rigor
matemático e o axiomático ainda em uso nos dias de hoje. Euclides é reconhecido, principalmente,
pelo livro Os Elementos, considerado a obra mais influente de todos os tempos, onde ficou
conhecido por todas as pessoas que eram educadas no Ocidente até a metade do século XX.
Euclides foi o primeiro grande estudioso da Geometria e sua obra principal, denominada
“Os elementos”, alcançou mais de 1.500 edições. Apesar disso, ainda hoje, mais de dois mil
anos depois, os estudos de Euclides continuam válidos e são a base da geometria estudada
nas escolas. Além disso, podemos observar aplicações dos teoremas e relações euclidianas
em vários campos da ciência como nas engenharias e áreas tecnológicas em geral
(DALPIAZ; BONA, 2014, p. 8).
Desde a antiguidade o ser humano elabora e constrói objetos baseados nas figuras
geométricas, mas não é possível saber exatamente quando elas surgiram, pois não há registros que
comprovam sua verdadeira origem. Além disso, é provável que o ser humano mesmo sem saber já
construía figuras desse tipo numa determinada época, e que aprendeu a descrevê-las muito tempo
depois.
A Geometria que estudamos hoje é essencialmente a mesma que serviu de alicerce para que
os estudiosos do passado conseguissem cada vez mais adquirir conhecimento e entender
melhor a natureza que nos cerca. Se hoje sabemos muito sobre ela e seus fenômenos, isso é
resultado do esforço e da dedicação de muitos sábios da Antiguidade, alguns dos quais
considerados os maiores astrônomos, geômetras ou matemáticos de suas épocas (DANTE,
2013, p. 235).
Na geometria, o ponto, a reta, o plano e o espaço são algumas noções que não tem definição,
mas mesmo assim são aceitas e por isso receberam o nome de noções primitivas. Analisam os
elementos matemáticos que sustentam as construções do conhecimento geométrico, onde esses
elementos são: o ponto, a reta, o plano e o espaço. Para explicar cada um deles não é tarefa fácil,
pois tem apenas conceitos básicos a respeito desses elementos, ou seja, não existe uma definição
precisa para eles. Sabendo disso, não é preciso pensar muito em como explica-los, pois o importante
é saber como funciona sua utilidade para a geometria e a maneira como os sólidos e as figura se
direcionam perante essas noções.
O seu surgimento foi criado a partir do pensamento humano, onde para tal acontecimento, a
mente necessita de fatos e exemplos para então desvendar as dúvidas que os rodeiam, por isso, as
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mesmas funcionam como modelos para explicar a realidade de acordo com as situações do
cotidiano.
Bezerra (2015, p.16), também afirma a importância que esses conceitos representam:
Estudar geometria partindo desses conceitos é uma herança deixada pelos gregos e seu
método lógico de apresentar a geometria. Não podemos ignorar, entretanto, que muito antes
dos gregos darem esta conotação elegante aos elementos básicos da geometria os egípcios e
babilônicos já compreendiam estes objetos geométricos como entidades físicas. A linha era
uma corda, a borda de um campo ou a aresta de uma pirâmide. Um plano era um pedaço de
terra ou a face de um bloco de pedra. O espaço era tudo aquilo que nos rodeia, o nosso
lugar. (BEZERRA, 2015, p. 16).
3.1 PONTO
O ponto é o objeto que não possui definição, dimensão e forma. Onde não é possível
descobrir qualquer medida nele, como comprimento, largura altura, área, volume etc. O ponto é a
estrutura da geometria, pois é a partir do mesmo que são formadas as figuras geométricas.
Normalmente o ponto é representado por um “pingo” ou uma bolinha, mas é importante ter a noção
de que se trata apenas de uma representação geométrica. Sua função e representar localização no
espaço; e como não possui tamanho e nem forma, sua localização em qualquer espaço se torna bem
definida quando está em algum lugar.
3.2 RETA
As retas são conjuntos de pontos identificados como linhas infinitas que não fazem curvas.
Como elas são formadas por pontos também não possuem definição. Certamente, são também
necessários infinitos pontos para construí-la. Dalpiaz e Bona (2014, p. 4), afirmam também que
“uma reta tem apenas uma dimensão. Podemos dar o nome de comprimento á medida do segmento
(parte, pedaço) de reta. Um segmento de reta é a parte de uma reta, e pode ser medido, pois é finito.
Por exemplo, poderia ser medido em cm”.
Nesta elaboração é possível medir a distância entre dois pontos bem específicos que estão
sobre uma reta. Lembrando que ainda não é possível medir a largura de uma reta, pois os pontos
que as completam não possuem dimensões.
3.3 PLANO
O Plano não possui definição, porém é permitido estudar sua formação e algumas de suas
características. Portanto, um plano é um conjunto de infinitas retas, onde são definidas as figuras
geométricas bidimensionais. Sendo assim, o plano é o objeto no qual as figuras que são construídas
com a possibilidade de ter a largura e comprimento.
O plano é uma estrutura bidimensional infinita, onde os pontos se localizam. Nas medidas,
altura, base e largura são apresentadas dimensões (planos infinitos), onde o estudo permite ser
efetuado. Para caracterizar estes objetos, utilizamos o termo Sólido Geométrico ou Figuras
Geométricas Espaciais. Como exemplo, a pirâmide, sólido de quatro lados triangulares e uma base
quadrada; o cubo semelhante a um dado com quatro lados iguais; o cone, sólido de base circular
somente com um único lado.
3.4 ESPAÇO
O espaço é a parte da geometria espacial onde tudo acontece e que faz sentido, ou seja,
todos os sólidos e figuras geométricas podem ser construídos em todo o espaço que se encontra e
que segue infinita e ilimitadamente do ponto onde estamos para todas as direções. É constituído por
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um alinhamento de planos, posto lado a lado para preencher todo o espaço, sendo infinito em
qualquer direção, contendo todas as figuras e formas geométricas tanto plana quanto tridimensional.
Como o espaço é formado por planos, o mesmo se define na terceira dimensão, pois é na terceira
dimensão que são produzidas as figuras que contém largura, comprimento e profundidade.
A terra é um planeta rico em objetos, tanto natural como criados pelas mãos dos homens.
Estes objetos fazem parte do espaço que está ao nosso redor, no entanto, ele vai bem além
daquilo que podemos enxergar, aliás, segundo a teoria do Big-Bang, que denomina o
espaço de universo, o universo está em constante expansão, portanto, o que pode ser visto é
infinito (JULIANI, 2008, p. 13).
4. GEOMETRIA ESPACIAL
A matemática é a ciência mais antiga que existe no planeta, os vestígios de sua origem
desapareceram nas areias das antigas civilizações egípcias. Pitágoras de Samos, discípulo de Tales
de Mileto, foi o protagonista do estudo da geometria (forma) com a aritmética (número). Na
geometria espacial, teve em seu foco principal o tetraedro, chamado de cubo, e o dodecaedro com a
esfera.
O estudo da geometria espacial juntamente com os poliedros se tornou pauta principal entre
os matemáticos e filósofos gregos, porém, depois de um longo período de tempo ficou adormecida
por mais de mil anos, e que despertou somente nos séculos que seguiram o renascimento italiano.
Diversos matemáticos como Leonardo Fibonacci (1170-1240), retomou o estudo da geometria
espacial que estava estancada durante muito tempo. Em 1220, Leonardo escreve a “Practica
Geometriae”, descrevendo sobre trigonometria e geometria, onde abordou as teorias de Euclides e
criou algo semelhante ao teorema de Pitágoras.
Tales de Mileto (624 a.C. – 547 a.C.), nascido em Mileto, atual Turquia, foi um filósofo,
matemático e astrônomo grego. Também se tornou o primeiro a explicar o eclipse solar, ao verificar
que a lua é iluminada por esse astro. Segundo Dalpiaz e Bona (2014, p. 37), “Tales era um próspero
negociante, engenheiro e astrônomo da antiga Grécia. Viveu numa época em que os estudiosos se
dedicavam a todas as disciplinas, e ele era um deles”. Diversos historiadores da matemática antiga
relatam que a geometria demonstrativa teve início com Tales de Mileto, considerado um dos sete
sábios da Grécia. Alguns dos seus fatos geométricos foram:
A geometria espacial está presente tanto nas abstrações da matemática e no nosso mundo.
Quando um prédio de forma retangular, uma caixa em forma cubica, uma bola de formato esférico,
ou um cano de formato cilíndrico, percebemos a existência de este saber. A geometria espacial é a
área da matemática que está vinculada com o estudo das figuras no espaço, onde contém mais de
duas dimensões.
Os sólidos geométricos são conhecidos como as figuras geométricas que contém três
dimensões, podendo apenas ser constituídas no espaço que sucessivamente também contenha três
ou mais dimensões. De acordo com Dalpiaz e Bona (2014, p. 172), “Ao observarmos nosso entorno
encontraremos objetos que são limitados apenas por superfícies planas, outros limitados apenas por
superfícies curvas e, ainda outros limitados por superfícies planas e curvas”, ou seja, com isso
podemos classificar os sólidos geométricos como figuras que contem dimensões de latitude,
longitude e altitude.
4.1.1 Prisma
As faces que contornam o prisma são definidos como faces laterais que não incluem as faces
das bases. Além dessas faces, o prisma também é composto de aresta da base, ou seja, os segmentos
de reta são formados pelo contorno de uma das bases com uma face lateral e aresta lateral que são
segmentos de reta constituídos pelo encontro de duas faces laterais. As vértices determinam os
pontos de encontro entre duas ou mais arestas, onde todos estão unidos por um paralelogramo.
O prisma também pode ser classificado de acordo com a inclinação da aresta, sendo
considerado reto ou oblíquo. O mesmo é reto quando as arestas são perpendiculares à base
formando um ângulo de 90º, ou oblíquo, composto por um ângulo diferente de 90º.
Para obter o calculo da área lateral do prisma, precisa-se somar as áreas das faces laterais.
Quando o prisma for reto, ou seja, onde todas as faces laterais são congruentes, sua fórmula da área
lateral será: Al =n . a, sendo “n” o número de lados e “a” face lateral. E o cálculo de sua área total
deve ser feito somente a partir da soma de suas faces laterais a áreas da base: At =Sl +2 S b, sendo “ Sl
” o resultado das áreas das faces laterais e “ 2 S b” o resultado das áreas da base. E o seu volume é
calculado pela fórmula: V ¿ A b . h, em que “ Ab ” é a área da base e “h” a altura.
4.1.2 Cubo
FIGURA 2 - CUBO
O cubo é constituído por arestas semelhantes, ou seja, que contem a mesma medida. Para
conhecer a medida de uma aresta é preciso levá-la a potência de 3. Assim, o volume do cubo pode
ser calculado pela largura, comprimento e altura, contendo 8 vértices, 12 arestas e 6 faces. A
formula do volume de qualquer cubo sempre será: V = a³, ou seja, (a . a . a = a³).
4.1.3 Paralelepípedo
FIGURA 3 - PARALELEPÍPEDO
Sabe-se que o paralelepípedo é uma figura tridimensional onde suas faces são
paralelogramos. Portanto, pode ser definido como:
A base de um paralelepípedo é constituída por uma figura geométrica plana. Por esse
motivo, para calcular será necessário multiplicar a base pela altura desta figura, contendo 8 vértices,
12 arestas e 6 faces. Sendo que sua formula se resume em: Ab =b . h, sendo “ Ab ” a medida da área,
“b” é a medida da base e “h” a altura. Sendo que sua área total é representada pela fórmula:
At =2(ab+ac +bc ). E o volume é calculado pela seguinte fórmula: V = a . b . c, onde “V”
representa o volume e “a, b e c” são as medidas das arestas.
4.1.4 Pirâmide
A pirâmide é um sólido geométrico composto por uma base e um vértice, cuja base é uma
região poligonal e as faces são regiões triangulares, ou seja, pode ser triangular, quadrangular,
pentagonal, retangular e assim por diante.
Resumindo o conceito de Dalpiaz e Bona (2014), a pirâmide pode ser definida a todo
poliedro convexo possuindo uma face denominada de base num plano, contendo apenas um vértice
fora desse plano. E as outras faces da pirâmide são triângulos determinados por um lado da base e o
vértice da mesma. Assim chamadas de faces laterais.
FIGURA 4 - PIRÂMIDE
O vértice corresponde ao ponto mais distante da base que uni todas as faces laterais
triangular, ou seja, é o sólido geométrico que possui todo vértice no mesmo plano, e sua altura
corresponde à distância entre o vértice e a base.
Para calcular a área total da pirâmide, precisa-se da seguinte fórmula: Aexterna Al + A b, sendo “
Al ” a área lateral (soma de todas as faces laterais), e “ Ab ” área da base.
Para obter o volume de uma pirâmide é preciso ter a expressão: V prisma= A b . h , sendo “ Ab ” a
área da base e “h” altura.
4.1.5 Cilindro
Na geometria, o cilindro é um sólido geométrico alongado e arredondado, que por sua vez
contém o mesmo diâmetro em todo o comprimento. É um objeto tridimensional numa superfície de
translação completa de um segmento de reta que se movimenta respectivamente a si mesmo, e que
se sustenta há uma circunferência. O cilindro se limita por uma superfície curva, mas possui duas
bases com a forma de circunferência.
FIGURA 5 - CILINDRO
4.1.6 Cone
O cone é um sólido geométrico formado por uma base circular (r) e por segmentos de reta
que possuem extremidade num vértice (v) em comum. Contendo também a altura (h), definida pela
distância do vértice ao plano da base, possuindo a lateral constituída por qualquer segmento que
tenha extremidade n vértice e na base do cone. Segundo Juliani (2008, p. 96) “[...] o cone é
considerado o lugar geométrico formado pela reunião de todos os segmentos de reta que tem uma
extremidade num ponto (denominado vértice, representado por V) e a outra extremidade em um
ponto qualquer (pode ser chamado de P) de uma curva suave [...]”.
Dante (2013, p. 223), afirma que “a superfície do cone é formada por uma parte plana, a
região circular, que é a sua base, e uma parte não plana, “curva”, “arredondada”, que e a sua
superfície lateral”.
FIGURA 6 - CONE
O cone possui uma base na forma de circunferência e 1 vértice. A fórmula da área da base
do cone: Ab =π . r ² , sendo “Ab” a área da base, “π (Pi): 3,14” e “r” o raio. Onde a área lateral é
calculada por: A L =π . r . g .
Para calcular sua área total, soma-se a lateral e a base. Utilizando a seguinte fórmula:
πr ² h
At =π .r (g+r ). Sendo que sua área de volume será: V = .
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4.1.7 Esfera
A esfera é um sólido geométrico constituído por uma superfície curva contínua, onde seus
pontos estão com as distâncias iguais de outro fixo e também interior, o chamado centro, ou seja, é
uma superfície isolada e, todos os seus pontos contém a mesma distância em relação ao centro. A
mesma é composta por uma rotação de um semicírculo ao redor de um eixo, constituída por uma
superfície isolada na medida em que torna todos os seus pontos na mesma distância do centro (O).
Juliani (2008, p. 116), “portanto, a esfera é uma superfície no espaço. Lodo, quando
necessário referir-se a um sólido com o formato da esfera será chamado se sólido esférico”. Pode
definir também a esfera como uma superfície rotacional, pois se uma semicircunferência estiver em
rotação em torno de um eixo qualquer, será chamada de esfera. Juliani (2008, p. 116), “ portanto, a
esfera é uma superfície no espaço. Logo, quando necessário referir-se a um sólido com o formato da
esfera será chamado de sólido esférico”.
FIGURA 7 - ESFERA
A esfera é um objeto tridimensional com perfeita simetria. Sua área é constituída pela
4 πr ³
fórmula: A=4 π r 2, tendo como fórmula de volume a expressão: V = , onde “r” será o raio
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dessa esfera e “π” a constante de (Pi=3,14).
5. CONSIDERACÕES FINAIS
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Este trabalho não tem a intensão de encerrar o assunto proposto como a única opção
disponível para o conhecimento, mas pretende ser utilizado como uma forma de contribuição a
respeito da geometria espacial, possibilitando, acima de qualquer questão, uma fonte de autoajuda.
REFERÊNCIAS
BEZERRA, José Rauryson Alves. Tudo é Geometria. 1. ed. – Natal: José Rauryson Alves Bezerra,
2015.
DALPIAZ, Márcia Vilma Aparecida Depiné; BONA, Juliano. Geometria. 1 ed. Indaial: Uniasselvi,
2014.
DNATE, Luiz Roberto. Contextos e Aplicações. 2 ed. – São Paulo: Ática, 2013.
JULIANI, Kleber Sebastião. Geometria Espacial: uma visão do espaço para a vida. Proposta de
produção didática pedagógica apresentada ao Programa de Desenvolvimento Educacional da
Secretaria de Estado da Educação do Paraná – Universidade Estadual de Londrina. Londrina, 2008.
Mundo Educação. Noções primitivas da geometria: ponto, reta, plano e espaço. Disponível em:
<https://m.mundoeducacao.bol.uol.com.br/amp/matematica/nocoes-primitivas-geometria-ponto-
reta-plano-espaco.htm>. Acesso em 10 mai. de 2019.
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